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O Gigante Submerso Pode Desencadear Erupção em 2026 Sem Aviso — Tsunamis e Impactos na Vida Marinha

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Estudos recentes indicam que o vulcão submarino Axel-Smith, localizado perto da costa de Oregon, adiou a sua erupção para 2026. Anteriormente, os especialistas previam atividade para o final de 2025, mas, até o momento, não há sinais de um evento em preparação. O vulcão fica profundamente debaixo d'água e, graças a várias expedições de pesquisa e sensores instalados na vizinhança, é um dos caldeirões submarinos mais estudados do Pacífico. Conforme reporta a IFLScience.

O Gigante Submerso Pode Desencadear Erupção em 2026 Sem Aviso — Tsunamis e Impactos na Vida Marinha

Atraso da erupção para 2026 e a ausência de sinais de preparação

Os cientistas afirmaram que o vulcão Axel-Smith, situado perto da costa de Oregon, adiou a sua erupção para 2026. Anteriormente, os especialistas previam atividade para o final de 2025, porém, até o momento, não há sinais de um evento em preparação.

Atraso da erupção para 2026 e a ausência de sinais de preparação

Localização e monitorização: Axel-Smith, entre os vulcões submarinos mais estudados do Pacífico

O vulcão submarino situa-se a cerca de 480 quilômetros a oeste da costa do estado de Oregon, a uma profundidade de cerca de 1,5 quilómetros abaixo do nível do mar. Estudar a geologia submarina tem grande importância para entender os processos de formação do fundo oceânico e a dinâmica da atividade magmática da Terra.

Localização e monitorização: Axel-Smith, entre os vulcões submarinos mais estudados do Pacífico

Ciclos de atividade e previsões: incertezas crescentes

Anteriores investigadores presumiam que os ciclos de atividade do vulcão se repetiam a cada dez anos; no entanto, observações recentes indicam que esse período pode mudar, destacando a complexidade de prever com precisão.

Ciclos de atividade e previsões: incertezas crescentes

Monitorização contínua e potenciais impactos

Apesar de não haver sinais de erupção, os cientistas continuam a monitorar atentamente o vulcão, pois qualquer evento de grande escala pode afetar ecossistemas da região e até provocar tsunamis.

Monitorização contínua e potenciais impactos