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Morri após cair de 18 metros de um penhasco e descobri a verdade sobre a humanidade e por que estamos todos aqui

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Uma jovem cuja vida mudou radicalmente após um acidente de escalada afirma ter descoberto que a alma humana nunca termina durante uma surpreendente experiência fora do corpo. Erica Tait tinha apenas 22 anos quando caiu dos Penhascos Palisades, em New Jersey, em 2015, durante uma caminhada de aventura sozinha e sem equipamento de segurança. Ela caiu aproximadamente 18 metros ao tentar descer a face rochosa, enfrentando ferimentos graves que incluíam a medula espinhal, a pelve, os braços e as costelas, além de perfurar ambos os pulmões. Embora tenha conseguido ligar para pedir ajuda pelo telemóvel, não conseguiu indicar a sua localização e esperou sete horas pelo resgate. Durante esse tempo, ela deixou o corpo físico para trás e entrou num reino onde a sua consciência não existia como indivíduo.

Morri após cair de 18 metros de um penhasco e descobri a verdade sobre a humanidade e por que estamos todos aqui

O acidente e os ferimentos devastadores

O acidente e os ferimentos devastadores: Tait ficou com a medula espinhal, a pelve, os braços e as costelas esmagados, e os dois pulmões perfurados. Embora tenha conseguido chamar por ajuda pelo telemóvel, não foi capaz de indicar a sua localização e esperou sete horas pelo resgate. Durante esse tempo, deixou o corpo físico para trás e entrou num reino onde a sua consciência já não existia como indivíduo.

O acidente e os ferimentos devastadores

A experiência de quase morte começa com uma paz profunda e a percepção da verdadeira natureza

A experiência de quase morte começou com uma profunda sensação de paz, enquanto a sua consciência flutuava longe da dor e dos danos no chão, entendendo instantaneamente que a verdadeira 'ela' era algo eterno e separado do corpo. Como outras experiências de quase morte, Tait contou ao canal NDE Journey que ela realmente viu-se deixar o seu corpo à medida que morria lentamente, enquanto esperava pelo resgate. Em seguida, passou por uma revisão de vida, onde toda a sua vida piscou diante dela como num filme, e viu claramente como traumas passados e escolhas tinham causado dano a si mesma e aos outros. 'A única pessoa a julgar isso era a versão mais objetiva de mim. Então, não havia nenhum ser externo dizendo que você vai para o inferno ou para o céu. Não era exatamente essa a experiência,' disse Tait durante a entrevista de 2 de dezembro.

A experiência de quase morte começa com uma paz profunda e a percepção da verdadeira natureza

A luz branda e a percepção de uma unidade universal

Após a revisão de vida, Tait foi envolvida por uma luz brilhante que parecia viva e que descreveu como Deus ou uma consciência universal. A luz não revelou seres específicos como anjos ou parentes falecidos, mas parecia ter uma vida própria e comunicava com ela diretamente, como uma presença amorosa que a conhecia plenamente. 'Foi quase como se informações estivessem a ser descarregadas nas minhas células, e foi aí que aprendi muito sobre a nossa unidade inerente, sobre como somos realmente apenas uma coisa. Nesta dimensão que chamamos de Terra, há a ilusão de separação,' explicou. 'Para acordar, para lembrar por que realmente estamos aqui, o que realmente somos. Esse tem sido o meu único foco desde então para continuar a lembrar e a acordar para lembranças cada vez mais profundas do que é a realidade e para ajudar o coletivo a fazer o mesmo,' acrescentou.

A luz branda e a percepção de uma unidade universal

A Fonte e o conceito de um ser universal

Tait disse que aprendeu com a Fonte que a sua alma continua para além do mundo físico na Terra, mas também faz parte de um único ser universal. A experiência de Tait foi semelhante à de outros gravemente feridos que afirmaram ter encontrado um ser que foi chamado de 'Fonte'. Nanci Danison, uma cientista e católica devota de Ohio, disse ao Daily Mail que essa energia também lhe disse que a vida humana era uma ilusão, criada para que a Fonte pudesse aprender observando as experiências humanas. 'A coisa mais convincente foi a informação de que não sou um humano. Não sou um ser humano, que os humanos são animais que são nativos do planeta Terra e que o que eu sou é um ser espiritual que habitava o humano,' Danison explicou no ano passado. Foi uma mensagem notavelmente semelhante àquela que foi 'baixada' para a consciência de Tait, na qual ela aprendeu que a sua alma faz parte de um grande todo e que já não pertencia a ninguém chamado Erica Tait assim que deixou o reino físico na Terra. A queda de 2015 de Tait também partilhou semelhanças com testemunhos de outros experienciadores de quase morte, que afirmaram ter recebido uma mensagem extraordinária durante a jornada através do além, dizendo que o que consideramos o mundo real é um sonho.

A Fonte e o conceito de um ser universal

Transformação pessoal e vida atual

A experiência de quase morte de Tait também a transformou. Ela passou de ateia que só acreditava no que os seus sentidos podiam provar para alguém com um conhecimento inabalável de uma dimensão espiritual. Agora, aos 33 anos, dirige um negócio de psicoterapia em New Jersey, oferecendo terapia que mistura psicologia, cura baseada no corpo e práticas espirituais.

Transformação pessoal e vida atual

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