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Aviso Coletivo dos Líderes da Tecnologia Por Que 2026 Vai Mudar Tudo

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**2026** não vai perguntar se estás preparado. A conversa começa de forma descontraída, quase num tom de fim de ano. Mas rapidamente fica claro que não é uma discussão para entreter. É inquietante — não porque prevê desastres, mas porque fala sobre a inevitabilidade. Segundo Peter Diamandis e o grupo de tecnólogos e investidores reunidos nesta discussão, **2026** é o ano em que o futuro deixa de ser teórico. Até agora, afirmam, ainda era possível ignorar o que está por vir, adiar a adaptação, racionalizar a mudança como algo distante. A partir desse ponto, essa opção desaparece. O que une todos os interlocutores é uma convicção partilhada de que a inteligência artificial está a acelerar, não de forma linear, mas exponencialmente. Isto não é mais sobre ferramentas melhores ou truques de produtividade. É uma mudança fundamental em como o valor é criado. O trabalho intelectual — há muito tempo considerado a categoria mais segura de mão de obra humana — está a ser automatizado em larga escala. Uma das afirmações mais marcantes na discussão é que, até **2026**, os sistemas de IA serão capazes de realizar mais de **90%** das tarefas económicas e cognitivas de hoje. Não parcialmente. Não como assistentes. Mas como processos completos, fim a fim. Isso não significa que os humanos vão desaparecer. Mas significa que empregos, como os entendemos hoje, vão desaparecer. Dentro deste contexto, os intervenientes argumentam que a própria ideia de “transformação digital” está obsoleta. Durante anos, as empresas tentaram modernizar-se automatizando processos antigos e sobrepondo software a sistemas legados. A IA não funciona assim. Não quer patches. Exige uma reformulação completa desde a base. Em 2026, as organizações que tiverem sucesso não serão as que otimizam fluxos de trabalho existentes, mas aquelas que se reconstruírem como entidades nativas de IA. Estas novas estruturas vão funcionar com uma fração de mão de obra, não porque as pessoas sejam desnecessárias, mas porque os humanos já não serão o entrave. Uma das previsões mais perturbadoras diz respeito aos colegas digitais. Em 2026, durante uma chamada no Zoom, numa conversa por chat, ou numa reunião de negócios, pode já não ser evidente se quem fala é humano ou IA. Não porque a enganação seja o objetivo, mas porque distinguir os dois já não importará. Estes sistemas falarão fluentemente. Respondem de forma apropriada. Tomarão decisões. Exibirão personalidade. Em muitas organizações pode nem haver a obrigação de revelar se uma entidade é humana ou artificial. Ao mesmo tempo, a IA está a penetrar em domínios onde a humanidade tradicionalmente alicerçou o seu senso de superioridade: matemática, ciência e descoberta. A discussão levanta a possibilidade real de que, até **2026**, um dos mais significativos problemas não resolvidos na matemática possa ser resolvido — não por um avanço humano, mas por raciocínio de máquina a uma escala que nenhum cérebro individual pode igualar. Isto não apenas mudará o que sabemos, mas **como definimos a inteligência em si**. Deste explosão de capacidades surgirá outro fenómeno: **novos bilionários criados a uma velocidade sem precedentes**. Não através de indústrias tradicionais, mas através de tecnologias e siglas que a maioria das pessoas hoje mal conhecem. Fortunas inteiras serão criadas quase da noite para o dia por quem estiver posicionado na interseção certa entre automação, dados e timing. Contudo, a conversa não é cegamente otimista. Os intervenientes reconhecem abertamente que uma transformação tão rápida desestabilizará estruturas sociais existentes. Conceitos como trabalho, rendimento, propósito e contribuição serão desafiados. Sistemas democráticos podem ter dificuldade em adaptar-se. É por isso que a discussão volta a ideias como serviços básicos universais — acesso a alimento, habitação, energia, saúde e conectividade — como uma possível base para um novo contrato social. A mensagem subjacente é consistente ao longo de toda a narrativa: a história mostra que a tecnologia não destrói a humanidade, mas força-a a redefinir-se. A questão não é se esta transformação ocorrerá, mas se a sociedade estará preparada para ela. **2026**, nesta perspetiva, não é um marco distante no horizonte. É um processo que já começou. E o maior erro que podemos cometer é fingir que ainda temos o luxo de o ignorar.

Aviso Coletivo dos Líderes da Tecnologia Por Que 2026 Vai Mudar Tudo

A IA avança exponencialmente e redefine o valor

Nesse contexto, os intervenientes argumentam que a própria ideia de **transformação digital** está obsoleta. Ao longo de anos, as empresas tentaram modernizar-se automatizando processos antigos e sobrepondo software a sistemas legados. A IA não funciona assim. Não quer patches. Exige uma reformulação completa desde a base. Em **2026**, as organizações que tiverem sucesso não serão as que otimizam fluxos de trabalho existentes, mas aquelas que se reconstruírem como entidades nativas de IA. Estas novas estruturas vão operar com uma fração de mão de obra, não porque as pessoas sejam desnecessárias, mas porque **os humanos já não serão o entrave**. Uma das previsões mais perturbadoras diz respeito aos colegas digitais. Em **2026**, durante uma chamada no Zoom, numa conversa por chat, ou numa reunião de negócios, pode já não ser evidente se quem fala é humano ou IA. Não porque a enganação seja o objetivo, mas porque distinguir os dois já não importará. Estes sistemas falarão fluentemente. Respondem de forma apropriada. Tomarão decisões. Exibirão personalidade. Em muitas organizações pode nem haver a obrigação de revelar se uma entidade é humana ou artificial. Ao mesmo tempo, a IA está a penetrar em domínios onde a humanidade tradicionalmente alicerçou o seu senso de superioridade: matemática, ciência e descoberta. A discussão levanta a possibilidade real de que, até **2026**, um dos mais significativos problemas não resolvidos na matemática possa ser resolvido — não por um avanço humano, mas por raciocínio de máquina a uma escala que nenhum cérebro individual pode igualar. Isto não apenas mudará o que sabemos, mas **como definimos a inteligência em si**. Deste explosão de capacidades surgirá outro fenómeno: **novos bilionários criados a uma velocidade sem precedentes**. Não através de indústrias tradicionais, mas através de tecnologias e siglas que a maioria das pessoas hoje ainda não conhece. Fortunas inteiras serão criadas quase da noite para o dia por quem estiver posicionado na interseção certa entre automação, dados e timing. Contudo, a conversa não é cegamente otimista. Os intervenientes reconhecem abertamente que uma transformação tão rápida desestabilizará estruturas sociais existentes. Conceitos como trabalho, rendimento, propósito e contribuição serão desafiados. Sistemas democráticos podem ter dificuldade em adaptar-se. É por isso que a discussão volta a ideias como serviços básicos universais — acesso a alimento, habitação, energia, saúde e conectividade — como uma possível base para um novo contrato social. A mensagem subjacente é consistente ao longo de toda a narrativa: a história mostra que a tecnologia não destrói a humanidade, mas força-a a redefinir-se. A questão não é se esta transformação ocorrerá, mas se a sociedade estará preparada para ela. **2026**, nesta perspetiva, não é um marco distante no horizonte. É um processo que já começou. E o maior erro que podemos cometer é fingir que ainda temos o luxo de ignorá-lo.

A IA avança exponencialmente e redefine o valor

Impactos sociais e o novo contrato social

Apesar de a conversa não ser cegamente otimista, há uma aceitação clara de que a transformação rápida pode desestabilizar estruturas sociais. Conceitos como trabalho, rendimento, propósito e contribuição serão desafiados. Os sistemas democráticos podem ter dificuldade em adaptar-se. Por isso se discute a ideia de serviços básicos universais — acesso a alimentação, habitação, energia, saúde e conectividade — como base para um novo contrato social. A mensagem fundamental é que a tecnologia não destrói a humanidade, mas força-a a redefinir-se. A questão não é se essa transformação ocorrerá, mas se a sociedade estará preparada para ela. Em resumo, **2026** não é um marco distante; é um processo que já começou. E o maior erro que podemos cometer é fingir que ainda temos o luxo de ignorá-lo.

Impactos sociais e o novo contrato social